Desabafo 2

“O vácuo da insignificância assombra os seus medos mais ocultos, liberando as entradas ao subconsciente para as amarras do desconhecido, que continuam cantando junto às tempestades infundadas.

Não se ouviu…
Não se viu…

Aqui está e para sempre permanece.

Uma passagem acolhida ao aconchego dos sofrimentos, atordoados aos desejos libertadores jamais sentidos em seu corpo e sua alma.

Seu espírito vaga diante das muralhas escondidas nos corredores mais tortos e vazios que existem em seu coração. Flutuando mar aberto num continente cheio de feras às escuras esperando a chance de te fisgar.

Não há solidão…
Não há emoção…

Aqui permanece…

Eternamente.”

Um coração que não nasceu

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