Desabafo 5

A seguir, um desabafo recebido em forma de carta. Um pouco triste e reflexivo. Mostra um pouco do modo como levamos a nossa vida, e a maneira como agimos e pensamos em relação ao outro.

O espaço ordinário, vangloriado, que na sua absoluta in/sensatez, nos permite viver/existir enquanto podemos, se fecha aos olhos de pessoas que tremem ao medo existente na mente das pessoas.

Boas leituras!

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Desabafo 4

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Oi…

Há muitos anos que não nos falamos. Como você está? Eu estou bem… eu acho! Estou com saudades dos tempos que não existiram. Saudades das recordações jamais concretizadas. Saudades desse espaço limitado que conseguimos antes do nascimento e depois da morte. Saudades do que eu não me lembro. Continuar lendo

Desabafo 3

Talvez isso jamais chegue à mergulhar ou a visitar os seus olhos, mas gostaria de compartilhar. Acho ótimo e surreal como algumas coisas acontecem em nossas vidas.

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– Não me leve a mal, por favor –

…quando os nossos olhos somente se encontravam às margens de todas as manhãs, naquelas expectativas felizes às esperas de um primeiro oi ou um bom dia sorridente, eu não imaginava o que sentia. Enfim, um silêncio foi quebrado… Continuar lendo

Trecho 19

“…e foi visto que absolutamente ninguém conseguirá sentir uma letra do seu livro, a menos que tenha andado um pouco o (em seu) alfabeto.

Nada é tão incrível quanto o suspiro dos silêncios turbulentos, que circulam as redondezas iluminadas.

…”

Um coração que não nasceu